APRESENTAÇÃO E SINOPSE

Impossível ler Caio Fernando Abreu sem enxergá-lo, sem senti-lo. Ele é visceral, sincero, confessional, um
biógrafo do emocional, um fotógrafo da fragmentação contemporânea, um tradutor do seu tempo.
Escreveu, principalmente, sobre o tema que mais lhe despertava a imaginação: a condição humana. Caio do
Céu transpõe seu universo para o palco através de vozes femininas, crônicas, cartas, contos, poemas, textos
teatrais, depoimentos, música ao vivo e projeções. Traz para a cena o próprio artista, por meio de vídeos,
com trechos de suas entrevistas. O roteiro, assinado por Deborah, com colaboração na seleção de textos do
diretor Luís Artur Nunes, prioriza parte da obra que valoriza a vida em todos os seus aspectos, apresentando
também uma face pouco conhecida do autor: um homem vibrante e solar, que se revela desperto para o
milagre da existência diante da iminência da morte – muitas vezes abordada com humor, leveza e
profundidade. Caio do Céu expõe e questiona os valores da sociedade e, principalmente, as questões da
alma humana, da morte e da vida.

 

Caio Fernando Abreu (1948/1996), um dos autores mais populares da literatura nacional, foi ator,
dramaturgo, jornalista e escritor. Traduzido para o alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e holandês,
mesmo depois de sua morte, segue conquistando uma incrível legião de fãs. Suas frases e pensamentos são
compartilhados incansavelmente nas redes sociais por jovens e adultos que reconhecem a profundidade e
atualidade da sua obra

 

A peça estreou em janeiro de 2017 no Theatro São Pedro e desde então vem conquistando plateias de
diferentes idades e classes sociais, obtendo excelente receptividade do público e da crítica. Foi indicado em
seis categorias do Prêmio Açorianos de Teatro (espetáculo, roteiro, trilha, produção, atriz e figurino) e
vencedor em duas categorias do 8º Prêmio Válvula de Escape e Olhares da Cena 2018 (melhor trilha e melhor
atriz). Entre outros, participou do 12º Festival Palco Giratório do SESC, do 28ª Festival de Inverno de
Garanhuns (FIG) em Pernambuco, da 20ª Mostra SESC Cariri de Culturas no Ceará, da XXIII Bienal
Internacional do Livro do Ceará, do 2º Festival Dulcina em Brasília, da 29º edição do Festival ACERT, na
cidade de Tondela em Portugal, além de promover o projeto “Caio na Fronteira”, financiado pelo FAC, que
ofereceu o espetáculo, o recital homônimo e um conjunto de oficinas para três cidades da fronteira do RS.
Durante a pandemia, participou de inúmeros festivais e eventos on-line, entre eles, o 19º Festival de Teatro
de La Havana – Cuba.

 

DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 60 minutos / CLASSIFICAÇÃO: 12 anos

FICHA TÉCNICA

Textos: Caio Fernando Abreu

Concepção: Deborah Finocchiaro e Luís Artur Nunes

Seleção de textos: Deborah Finocchiaro com a colaboração de Luís Artur Nunes

Roteiro: Deborah Finocchiaro

Direção: Luís Artur Nunes

Assistência de Direção: Áurea Baptista e Jéssica Lusia

Atuação e Violão: Deborah Finocchiaro

Atuação, violoncelo, flauta e teclado: Kiti Santos

Músicas: Fernando Sessé e Gustavo Petry (com exceção de “Muros” e “Alento” de Deborah F. e trechos das músicas “Necessidade” e “Amor Nojento” de Laura Finocchiaro)

Direção de Vídeo: Bruno Polidoro e Daniel Dode

Pesquisa de Imagens: Bruno Polidoro

Edição de Vídeo: Daniel Dode

Entrevistas Caio Fernando Abreu: TVE RS e Marian Starosta

Fotos Adicionais (cena Necessidade): Fernanda Chemale

Participação em Vídeo: Marcelo Ádams

Figurino: Antonio Rabadan

Iluminação: Leandro Roos Pires

Técnico de Som e Imagens: Rafael David

Projeto Gráfico: Rafael Sarmento

Mídias Sociais: Gabrielle Gazapina

Consultoria Astrológica: Amanda Costa

Colaborador: Fernando Ramos (Festipoa Literária)

Coordenação de Produção e Direção Geral: Deborah Finocchiaro

Produção e Realização: Companhia de Solos & Bem Acompanhados

ALGUMAS CRÍTICAS E COMENTÁRIOS

“… o espetáculo Caio do Céu (cá entre nós, que deslumbramento), estrutura-se tomando um conjunto de expedientes do teatro épico: poética, onírica, epifânica e inventivamente orquestrados por meio da direção impecável do veteraníssimo e mestre Luís Arthur Nunes. …Na bela obra, todos os elementos composicionais estão rigorosamente integrados: musicalidades; figurino inspirador em tons pastéis esvoaçantes, curtos, compridos… de Antonio Rabadan. …Deborah Finocchiaro, atriz maravilhosa, completa, apresenta-se em plena potência de todas as suas capacidades expressivas. Narra e vive, a partir de textos surpreendentes de Caio Fernando de Abreu, diversas personagens: pura potência encantatória!! Maravilhoso vê-la em cena, seduzindo-nos com seu trabalho. A atriz (en)canta, acalanta em assombros, faz-nos estremecer diante da beleza. … Espetáculo encantatório que presta tributo e referência ao Caio Fernando de Abreu e aos tantos outros Caios (leitores ou não de Clarice Lispector, autores ou não de obras tão urgentes e necessárias). Para finalizar esta sucinta análise crítica de obra tão poderosa e (periférica, sim!), parafraseando o final do espetáculo Caio
do Céu (porque os tempos são muito sombrios, mas voltaremos a andar de mãos dadas e haveremos de amanhecer): “Amém! Amém! Amem!!! Amem!!!”
Alexandre Mate, Doutor em História Social pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas/USP, professor do programa de pós-graduação do Instituto de Artes da Unesp/SP; pesquisador teatral e autor de diversas obras sobre a linguagem teatral – 28 de julho de 2021 https://ciadeteatroheliopolis.com/mostra2021/critica_caiodoceu/

 

“… Caio do Céu me fez cair o queixo e senti mais ainda que sem arte a vida perderia o sentido… Aí está: Caio do Céu cai no público e levanta todos pois é um espetáculo que levanta até morto como se diz da grande arte… Teria mais para dizer mas todas as letras que estão nessa mensagem são abraços e beijos de gratidão a todas e todos. Aqui, no Brasil tem gente potente que anima adolescentes jovens e público mais velho… Grande produção, tudo PROFI dos melhores…”
Abrão Slavutzky, Escritor e Psicanalista – 12/01/2020

 

“…quanto tua arte me impactou! … Eu nunca havia entendido o motivo pelo qual Caio sempre mexeu tanto comigo. Em Caio do Céu sinto que vocês trouxeram o exato timbre das emoções que cultivaram aqueles textos. Milimetricamente, me parece que vocês dilataram aquilo que nós, terapeutas, buscamos perceber ao ouvir os outros: o que se quer dizer quando se esta dizendo. Ouvidos não são capazes de captar o que só a alma pode ouvir, e que alma atenta tu tens! Sentado naquele teatro, ouvi minhas dores e sabores serem ecoadas naquele espetáculo, e a partir daqueles símbolos eu pude me colocar em perspectiva, destrinchar mais de mim. Obrigado por essa ponte que vocês construíram em mim…”
Raul Cardoso, Psicólogo – 20/09/2019

 

“… uma narrativa que abraça elementos universais… Sentia-se fundo na alma as palavras que saiam da boca da atriz… Logo que finalizava um texto, já iniciava organicamente a transformação de um novo, e num segundo, lá está ela de novo, com outra voz, intenção e expressão, com intervenções de entrevistas do próprio Caio Fernando Abreu, que foram projetadas em um tecido branco, no fundo do palco… Presente na cena, a metamorfose, fazendo com que os figurinos ganhassem inúmeras formas, que visam engrandecer as expressões… Deborah a cada minuto do espetáculo estava tentando nos mostrar que o verdadeiro protagonista era Caio Fernando Abreu… Havia um silêncio na plateia, ninguém queria perder nada… Tudo fazia parte desse projeto zeloso e muito bem produzido. Gustavo não só trouxe sua musicalidade, como também atuou e nos encantou com suas performances. Um dos momentos mais tocantes, foi ouvir o ator olhando fixo para a plateia e praticamente cru, trazer as palavras do Abreu sobre o resultado positivo do HIV… Estremeci da cabeça aos pés. …emoção, lembrança, texto, poesia e música se misturam de uma forma tão natural que o público num sussurro se junta numa só voz. Caio Fernando Abreu recebeu com maestria e poética um reconhecimento no palco através de Caio do Céu. Um espetáculo para a alma. Não precisa gostar de ler ou saber sobre o escritor… A peça deixa resplandecer o amor pela arte, conseguindo levar nosso olhar para a grandeza das palavras desse grande autor…”
José Henrique Alves, Crítico Teatral, Roteirista – 31/01/2019 – https://www.criticaedialogojh.com/post-unico/2019/01/31/Caio-Do-C%C3%A9u – Porto Alegre/RS

 

“Deborah Finocchiaro canta, declama, lê, dialoga, dança e mastiga a obra de Caio Fernando Abreu. Ela se agiganta durante Caio do Céu, espetáculo que utiliza textos do autor…”
Isabel Costa – 28/11/2018 – Jornal O Povo – Fortaleza/CE

 

“… Caio do Céu e Sobre Anjos e Grilos (solo de Deborah Finocchiaro) constituíram-se como forma e conteúdo tão indissociáveis que se tornaram realmente obras de arte belas (assim mesmo – redundante!), algo tão raro num contemporâneo marcado pelo afastamento dos princípios norteadores da (est)ética* e desnorteado, ao mesmo tempo de como questioná-los ou superá-los… a excelente atuação de F.(conhecida pelo humor cáustico e hilariante de Pois é, Vizinha…, há 25 anos em cartaz) não deixa dúvidas que os escritores homenageados parecem estar realmente presentes (e não só representados) no palco… Aliás, esse também é o mérito da Cia de Solos e Bem Acompanhados: dar visibilidade ao pensamento desses escritores (Caio F. e Mario Quintana), cortantes e  certeiros… Nas duas montagens, há um mix de linguagens, bem apropriadas ao universo dos literatos citados: projeções  visuais (aqui não cansativas e despropositais), música, trechos de entrevistas… Os autores foram homenageados à altura de seus marcantes e belos trabalhos.”
Guilherme Reolon De Oliveira, Jornalista, Sociólogo, Filósofo, Doutor em História, Teoria e Crítica de Arte – 21/05/2017 – http://folhadasartes.blogspot.com.br/2017/05/criticateatro-caio-fernando-abreu-e.html – Porto Alegre/RS

 

“Caio na voz de Deborah: reafirmação da vida! …acerto e a imensa recepção que o espetáculo Caio do Céu tem alcançado, nesta sua primeira semana de estreia, entre todos aqueles que o tem assistido e que, tocados pela emoção e a sensibilidade do escritor, concretizada na extraordinária interpretação de Deborah: o texto ganha vida, se completa – eu diria quase que o texto como que efetivamente (re)nasce quando ganha volume e movimento através da interpretação de Deborah. … A opção de Nunes e de Deborah foi inteligente e sensível… longe de ser um ritual de nostalgia e memória, é sobretudo um exercício de presentificação e de festejamento à vida. Finocchiaro está soberba… O espetáculo não se constitui em uma homenagem, mas em uma (re)descoberta, de modo que a palavra de Caio, através da fala de Deborah, reafirma sua força e ganha presença física, efetiva, junto à plateia que, por isso mesmo, se sente tocada e reage, emocionada. Eis um espetáculo que tem todos os méritos, mas o maior deles é o equilíbrio. A peça é simplesmente imperdível, porque é uma celebração à arte teatral e à sensibilidade. Mostra que ainda temos oportunidade de sermos humanos.”
Antônio Hohlfeldt, 13/01/2017 – Jornal do Comércio – Porto Alegre/RS

 

“… é uma das melhores adaptações já feitas da obra do Caio. Uma grande homenagem. Deborah Finocchiaro está soberba.. Parabéns!”
Ivan Mattos – Ator e Jornalista

 

“… Simples, emocionante, exato. Ver o Caio é emocionante. A participação do Marcelo é linda. E nada disso teria maior significado não fosse o impressionante talento, contenção, explosão e entrega de Deborah…”
Luciano Alabarse – Diretor teatral, Coordenador do Festival Porto Alegre em Cena, Secretário de Cultura de Porto Alegre

 

“… estou ainda em estado de encantamento com o espetáculo “Caio do Céu”, está perfeito… Enfim, um espetáculo imperdível…”
Ivete Brandalise – Jornalista e Radialista

 

“… Caio do Céu é um deslumbramento. Por tudo. Por Deborah que está estupenda dizendo textos de uma forma linda e comovente… Além disso, seu companheiro de elenco, o músico Fernando Sessé é uma grata surpresa atuando. A iluminação de Leandro Pires é um achado, sensível, bonita. Os figurinos de Antonio Rabadan vestem seus atores de uma forma prática e com extremo bom gosto. Enfim, é um espetáculo para lavar a alma. E o coração… um espetáculo para ser aplaudido de pé. Ou quem sabe, de joelhos.”
Zeca Kiechaloski – ator e jornalista

 

“… Puro deleite… vivo e pulsante no corpo, gesto e voz da Deborah que nos leva adiante, passeando pela alma do artista, que com domínio absoluto da arte da interpretação… Pérola de arte… A torrente de aplausos de gratidão da plateia, emocionada, em coro, certamente levitou para o céu… Saímos em silêncio e com a alma lavada…”
Eleonora Prado – atriz

 

“ Um espetáculo absolutamente lindo, delicado, sensível e simples. Deborah é um monstro de talento… A participação do Marcelo Adams em vídeo é um ponto forte da peça, provocando emoções fortes, derivadas de importantes memórias afetivas. Sacada genial! …A ovação do teatro lotado é mais que merecida!”
Leonardo Della Pasqua – mediador no Tribunal de Justiça

 

“…Direção magistral, interpretação perfeita! Beleza, sensibilidade e emoção!”
Graça Nunes – atriz, diretora e professora de teatro

CURRÍCULO DO ESPETÁCULO (PRINCIPAIS APRESENTAÇÕES)

Estreou em janeiro de 2017 no Theatro São Pedro em Porto Alegre/RS, como espetáculo convidado para a abertura da 18ª edição do Festival Porto Verão Alegre.

 

⦁ 29º Festival ACERT – Tondela – Teatro da ACERT – Tondela/Portugal – 18 de novembro de 2023
⦁ Festival Dulcina – Espaço Cultural Renato Russo – Teatro Galpão Hugo Rodas – Brasília/DF – 2022
⦁ 28ª Feira do Livro de Ijuí – Ijuí/RS – (Online) – Teatro do Sesc Ijuí – 30 de novembro de 2021
⦁ 43º FESTE – Festival Nacional de Teatro de Pindamonhangaba/SP – (Online) 19 de novembro 2021
⦁ 19° Festival de Teatro de La Habana – Havana/Cuba – (Online) – 30 de outubro 2021
⦁ Rosário em Cena – Rosário do Sul/RS – (Online) – 26 de outubro 2021
⦁ FETAM – Festival de Teatro da Amazônia – Manaus/AM – (Online) – 09 de outubro
⦁ 3ª Mostra de Teatro de Heliópolis – Heliópolis/SP – (Online) – 27 de julho seguido de Live
⦁ XI Festinaçu – Festival Internacional de Guajará-Mirim/RO – (Online) – 25 de março de 2021
⦁ Moinho das Artes Festival – (Online) – 24 de março de 2021 pelo Youtube da Ratimbum Produções
⦁ 5ª Edição FELELI – Festival de Leitura e Literatura – Bauru/SP – (Online) – 09 de março de 2021
⦁ CHC Conecta – (Online) – 23 e 24 de abril de 2020 pelo Youtube
⦁ Tem que continuar – (Online) – 27 de março de 2020 pelo Facebook do projeto
⦁ 21º Festival Porto Verão Alegre – Porto Alegre/RS -2020
⦁ 21° Caxias Em Cena – Festival Internacional de Teatro – Caxias/RS -2019
⦁ XIII Bienal Internacional do Livro do Ceará – Cineteatro São Luiz – Fortaleza/CE – 2019
⦁ Caio na Fronteira – Projeto contemplado pelo edital Pró-cultura RS – Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Estado da Cultura – Ijuí, Santa Rosa e Uruguaiana/RS – 2019
⦁ 20º Festival Porto Verão Alegre – Porto Alegre/RS -2019
⦁ 20ª Mostra SESC Cariri de Cultura – Juazeiro do Norte, Nova Olinda/CE – 2018
⦁ 36ª Feira do Livro de Novo Hamburgo – Novo Hamburgo/RS – 2018
⦁ SESC Canoas – Canoas/RS – 2018
⦁ PUCRS Cultura – Porto Alegre/RS – 2018
⦁ 28ª Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) – Garanhuns/PE – 2018
⦁ 19º Festival Porto Verão Alegre – Porto Alegre/RS – 2017
⦁ Festival Caio Entre Nós – Porto Alegre/RS – 2017
⦁ 12º Festival Palco Giratório do SESC – Porto Alegre/RS – 2017
⦁ Mostra SESC Passo Fundo – Passo Fundo/RS – 2017
⦁ Abertura Temporada Anual do Theatro São Pedro – Porto Alegre/RS – 2017
⦁ Espetáculo de Abertura do 18º Festival Porto Verão Alegre – Porto Alegre/RS – 2017

BREVES CURRÍCULOS

Deborah Finocchiaro é bacharel em Interpretação Teatral pela Faculdade de Artes Cênicas da UFRGS. Atriz,
diretora, locutora, apresentadora, roteirista, autora e produtora. Trabalha no teatro, cinema, televisão e
rádio desde 1985. Em sua trajetória, recebeu 36 prêmios, entre eles 9 de Melhor Espetáculo, 20 de Melhor
Atriz, 2 de Melhor Direção, 1 de Melhor Texto Adaptado, 1 de Melhor Roteiro e 3 como Melhor Artista de
Teatro. Em 1993 fundou a Companhia de Solos & Bem Acompanhados, que traz em seu repertório dezenas
de trabalhos. Em 2014 foi a artista homenageada do 21º Festival Internacional de Teatro Porto Alegre Em
Cena, ganhando a biografia “A Arte Transformadora”, escrita pelo jornalista Luiz Gonzaga Lopes, que integra
o 5º volume da coleção Gaúchos Em Cena. Desde 2009 assina a coluna de teatro na Rádio Band News FM
Porto Alegre – 99,3.

 

Kiti Santos é instrumentista, cantora e atriz. Ganhou o prêmio Tibicuera 2019 de melhor atriz coadjuvante,
pelo trabalho realizado no espetáculo O Maravilhoso Mágico de Oz (2018). Em 2022 lançou o seu primeiro EP
Natural com três canções autorais. Executou a trilha sonora, ao vivo, na peça Dona Flor e Seus Dois Maridos
dirigida por Zé Adão Barbosa (2016). Realizou, em parceria com Simone Rasslan, o espetáculo Do Limão, a
Limonada (2015-2016). Participou como cantora, instrumentista e compositora do grupo musical SEXTETO
(2015-2018), sob direção de Néstor Monastério. Participou como backing vocal e saxofonista do Espetáculo
Amém de Nei Lisboa (1993), atuou como atriz e musicista dos musicais infantis Lelé da Cuca (1990) e Tribobó
City (1985). Em 2023 atuou como atriz, musicista e arranjadora no musical para crianças Adivinha o que é? e
como compositora da trilha do espetáculo de dança aérea Ecos. É doutora em educação musical pelo
programa de pós-graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e professora da
Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS).

 

Luís Artur Nunes formou-se em Direção Teatral pela UFRGS, em cujo Departamento de Arte Dramática (DAD)
começou a lecionar logo depois de formado. Obteve título de Mestre em Teatro pela State University of New
York e de Ph.D. em Teatro pela City University of New York, com uma tese sobre a obra teatral de Nelson
Rodrigues. Em 1990 transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde lecionou na Escola de Teatro e no Programa de
Pós-Graduação da UNIRIO, vindo a aposentar-se em 2004. Ganhador do Prêmio Moliére ao lado de Caio
Fernando Abreu de Melhor Texto por “A Maldição do Vale Negro”. Como diretor teatral, sua carreira se
estende por mais de 40 anos, havendo dirigido mais de 80 espetáculos e estrelas como Tônia Carreiro,
Elizabeth Savala, entre outros, em Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, Florianópolis, Nova York,
Indianápolis e Memphis.

A COMPANHIA

Companhia de Solos & Bem Acompanhados, um dos núcleos de criação cênica mais atuantes do Rio Grande do Sul, caracteriza-se pela versatilidade, escolha de temas que estimulam a reflexão e o pensamento crítico e a mescla de diferentes linguagens. Ao longo de sua trajetória reuniu mais de 500 artistas e grupos de diferentes áreas e cidades brasileiras. Já atingiu mais de 600 mil pessoas através de seus espetáculos, oficinas e performances. Atualmente tem em seu repertório, entre outros, os espetáculos “Pois é, Vizinha…”, direção Deborah Finocchiaro (1993), “Sobre Anjos & Grilos – O Universo de Mario Quintana”, direção Deborah Finocchiaro e Jessé Oliveira (2006 – além do espetáculo contém CD, lançado em 2015 e DVD, lançado em 2017), “Caio do Céu”, direção Luís Artur Nunes (2017), “Diário Secreto de Uma Secretária Bilingue”, direção de Vinícius Piedade e Deborah Finocchiaro (2019) e a peça infantil, a partir do livro de Deborah Finocchiaro lançado pela Editora Bestiário, “Baile das Letrinhas”, direção de Júlia Ludwig (2022). Os projetos “Histórias de Um Canto – Memórias de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul” (espetáculo solo, recital, show musical e um registro da obra em livro/CD – 2008); “Invisíveis – Histórias Para Acordar” (contemplado pelo Programa Iberescena 2020/2021, uma coprodução com o Casulo – Núcleo de Artes Performativas, de Portugal, que consiste em espetáculo virtual, exposições, performance e podcast, direção geral Deborah Finocchiaro – 2020/2021); “Palavra de Bolso – Onde a Literatura ganha Voz” (2016); “Sarau Voador – Literatura e Improvisos Transcriados”, que agrega artistas de diferentes áreas para unir a literatura à outras expressões artísticas (2018). As obras literomusicais: “A Espessura da Vida” (2018); “Leitura às Cegas” (2018); “Benção Poetinha”, a partir da obra de Vinicius de Morais (2018) e “Palavra Balada (2018). O espetáculo audiovisual (ou vídeoteatro) “Classe Cordial” (em parceria com o Coletivo Nômade), direção Jardel Rocha (2021). A websérie “Confessionário – Relatos de Casa”, direção Deborah Finocchiaro e Luiz Alberto Cassol (2020/2021) e os programas / podcasts “Estação Confessionário”, “Estação Sarau Voador” e “Invisíveis – Histórias Para Acordar”, ambos na Rede Estação Democracia e no Spotify (2021). Além de dezenas de indicações, recebeu 42 prêmios, entre eles 10 de melhor espetáculo, 20 de melhor atriz, 2 de melhor cenário, 2 de melhor trilha, 2 de melhor direção, 1 de melhor texto adaptado, roteiro, figurino e 3 prêmios como melhor artista de teatro. Já percorreu mais de 80 cidades no RS, 18 estados brasileiros, Uruguai, Argentina e Portugal, participando de temporadas, projetos, mostras e festivais nacionais e internacionais.

NECESSIDADES TÉCNICAS

O espetáculo poderá adaptar-se a diferentes espaços e condições técnicas a combinar.

 

Mapas, informações técnicas, referências e fotos dos elementos do cenário:
https://drive.google.com/open?id=14ysqyMAEn3adUahcT9KyU5mWGANr87Oc 

 

MATERIAL (medidas aproximadas):
01 mesa de madeira: 1,60cm x 80cm x 80cm – a mesa deverá ter um tampo liso e sem felpas, a espessura da borda abaixo do tampo da mesa deve ser de no máximo 12 cm.
Para viagens fora do RS solicitamos, além da mesa, os seguintes ítens:
02 cadeiras de madeira leves;
02 pesos OU 02 sacos de areia ou brita de 2kg cada

 

ESPAÇO: Caixa preta, fundo preto; 04 varas internas, 01 vara externa (para luz) e 01 vara para cenário (entre a 3° e a 4° vara de luz);
Dimensões do palco – Pé direito: 7m, Boca de cena: 12m, Profundidade: 9m

 

PROJEÇÃO: 01 aparelho data-show (mínimo de 4.000 ansi lumens), que deverá estar no local da apresentação no horário marcado para início da montagem e 01 cabo que conecte o projetor à house mix (compatível com o projetor e com o espaço, preferencialmente HDMI).

 

ILUMINAÇÃO:
11 Elipsoidal 1000 W
15 PC 1000 W
26 Par 64 # 5
01 Console Avolite ou ETC
01 Sistema Rack (40 canais)
(responsável técnico Leandro Roos Pires – leroospires@gmail.com – 51 99670.1615)

 

EFEITOS: 01 Máquina de Fumaça DMX com ventilador (controle da cabine).
Obs.: sempre que possível colocada no sistema de ar-condicionado.

 

SONORIZAÇÃO:
01 Mesa de no mínimo 16 canais (de preferência digital);
01 Microfone sem fio de lapela – shure, sennheiser ou AKG (ou similar) para pandeiro;
01 transmissor sem fio (para miniprojetor);
02 D.I.s (direct box)
02 microfone SHURE SM81 com pedestal
02 caixas para monitoração em boa qualidade e em vias separadas.
Sistema de PA (compatível com a sala, preferencialmente com sistema de subwoofer).
(responsável técnico de som – Rafael David – rdavidalves@gmail.com – 51 99943.8023)

 

TRANSPORTE (Cenário e Equipe): Dependendo da distância, transporte aéreo, van sem o último banco ou
ônibus para transporte de cenário e equipe de 05 pessoas (não incluindo motorista): 02 atrizes, 01 técnico de luz, 01 técnico de som e vídeo, 01 produtora.

 

ESTADIA E ALIMENTAÇÃO: Para 05 pessoas (não incluindo motorista) – Rooming list: 03 single e 01 duplo

 

RESTRIÇÃO ALIMENTAR: 01 integrante com intolerância ao glúten, lactose e açúcar branco.

 

CAMARIM: Água mineral sem gás, suco, frutas, sanduíches e biscoitos.

 

MONTAGEM: 10 horas / DESMONTAGEM: 02 horas

IMPRENSA

FOTOS

Foto - Roberta Amaral
Foto - Náthaly Weber
Foto -Gledson Maffessoni

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